"Em Gor, são os homens que serão homens, e são as mulheres que serão mulheres"(Homens da Tribo de Gor,p.11)
Alguns entendimentos da vida são até bem simples, mas compreender umas das coisas mais básicas do ser humano, torna-se complexo quando permitimos que conceitos e pensamentos histórico-cultural construído na sociedade vigente, se interponham entre oque é essencialmente seu e oque foi criado, impregnado na sua mente.
Ser escrava é voltar ao natural, à sua forma primitiva em um estado de ser mais puro, leal e verdadeiro. Não se trata de abandonar valores éticos, opiniões ou mesmo tornar-se marionete. Trata-se de saber separar estas duas esferas, é estar em constante de "estado de perguntar-se"; Isto é oque eu verdadeiramente quero e que me fará feliz?
Muitas vezes tomamos atitudes, não porque queremos, mas por que reagimos como esperam que façamos e por isto somos infelizes. Imaginemos se um leão deixasse de espreitar a caça ou uma águia de voar.. Imaginem se um rio corresse para a foz ou mesmo se o fogo começasse a congelar?
Assim é o homem e a mulher, feitos um para completar ao outro e a um é dado a dominância e ao outro a submissão. Ao homem o possuir e a mulher o ser possuída, simplesmente ser posse.
Uma mulher que se afasta de seu natural, deixa de vivenciar seu instinto mais fiel e verdadeiro, o instinto de servir, cuidar e parir. Parir todos os dias a si mesma e novas formas de ser algo que possa gerar prazer e orgulho.
Orgulho sim! ainda que a mulher saiba que ela não é o foco de sua devoção, ela se orgulha quando percebe que é bem sucedida em ser oque o homem deseja que ela seja e poder atender a todos estes desejos com excelência.
Ao sair do casulo a borboleta abre as asas ao sol para secar e ela simplesmente se lança nesta nova aventura que é voar. Linda, leve e corajosa, ela sabe que está cumprindo bem o seu papel, seguindo seus instintos. Ela é algo perfeito na ordem natural da vida e do mundo.
Quando uma mulher se descobre escrava, de igual maneira ela entra em um processo que, aqui, chamo de fase casular, que nada mais é, que um processo de introspecção, reflexão, aceitação e aprendizagem.
É lindo, é maravilhoso quando quando as cascas caem e ela finalmente nota que tudo flui e contribui para seu retorno ao natural. As asas estão ali, seu corpo vivo e transformado e a mulher vibra em expectativa.
Ainda que ainda falte algumas coisas, como conhecer o vento e todo ambiente, mas o mais importante é conhecer seu poder de voo como por exemplo, a extensão das novas asas e o funcionamento delas, são apenas algumas entre tantas novidades.
Doe, machuca, mas quanto mais a mulher se despe mais ela afugenta o frio de si, ela brilha e torna-se algo maravilhoso simplesmente por que ela é feliz. Feliz por estar naturalmente escravizada por um homem forte, seu Mestre e a Ele, ela entrega tudo que tem.


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