quarta-feira, 22 de abril de 2020

Completude Mestre-Kajira



Tal!

Abaixo uma citação que dispensa muita reflexão sobre o sentido de completude que existe na relação entre um Mestre e sua posse, a Kajira. Fato inegável, que ainda que o Mestre não precise da escrava ele, ainda assim, aprecia e deseja tê-la á seus pés, um lugar e em um estado e e em uma condição, que a Kajira, anseia e deseja fervorosamente.

Se meio termo para Ele não é desejado, para ela meio termo não é esperado, assim, como não é esperado os termos mornos e ponderados ou mesmo mascarados, como os que são encontrados nos relacionamentos de homens e mulheres comuns da terra.

Um Mestre Goreano, exige que a sua escrava lhe entregue tudo oque tenha para entregar e ela em seu âmago ardente de escrava, deseja com a força de sua submissão que o tudo que ela tenha a dar, entregar, seja totalmente aproveitado e dela nada desperdiçado. É um sentimento de glória e total abandono de si em prol da alegria e prazer de outro, seu Mestre.

Saber lidar com estas frustrações é sair do centro de sua própria atenção, abnegar-se e entender que ainda que ele possa ter todos estes sentimentos em relação a você, sua escrava, ele ainda é o Mestre, o detentor da única palavra e comando. A ele cabe decidir como, onde e quando.

Mesmo que a Kajira ofereça, a ele cabe o poder de aceitar ou não aceitar. Então, como encontrar o equilíbrio dentro de uma equação tão singular e primitiva e ao mesmo tempo tão ampla, densa e das mais sofisticadas?

Como encontrar satisfação quando nada sair como gostaria ou imaginava, que pudesse ser. Calma, quando quer pressa, e caminhar, quando deseja voar bem alto. A escrava ainda não tem todas as respostas mas humildemente acredita que está a cada novo dia mais perto. Busca servir em totalidade como apenas uma escrava inteira pode fazer, é servir aos desejos do seu Mestre e não aos que possa almejar para si.

Tudo quanto um Mestre possa permitir a sua escrava, deve ser considerado o mais precioso prêmio, o qual ele pode ou não conceder a ela. Saber apreciar os pequeninos prêmios e talvez colecioná-los com amor, apreço e cuidado, possa ser uma opção válida e reveladora para ela.




"Acho que nós, mulheres, embora não imunes à beleza masculina, somos menos seriamente influenciadas por ela do que homens, os brutos, pela beleza feminina. De fato, um rosto bonito masculino pode ser aversivo para nós. A masculinidade que nos atrai e pode nos dominar é de inteligência, poder e virilidade, de robustez e poder. Estamos procurando, por assim dizer, nosso mestre de harém, embora esperássemos ser o único escravo no harém.

Queremos um homem a cujos pés achamos apropriado ajoelhar-nos, como mulher e escravos. Não queremos um igual, isso não é suficiente para nós, queremos mais do que isso, queremos um mestre. Queremos que ele seja forte, ambicioso, agressivo, possessivo, ciumento, lascivo, perigoso, dominante. Queremos que ele nos proteja, nos proteja e nos possua, com ferocidade masculina, nos ver como suas propriedades legítimas. Queremos nos sentir como se não fossemos nada diante de sua ira e poder. Queremos sentir que é a coisa mais importante do mundo para nós agradá-lo.

Queremos que ele tenha ciúmes de nós, e que somos ferozmente possessivos, queremos ser importantes para ele; nós não queremos ser ignorados ou negligenciados; nós não queremos ser tomados como garantidos, ou apenas estar lá, talvez quase despercebidos, como muitas esposas da Terra, o escravo, asseguro, recebe muita atenção, talvez mais do que às vezes cuida, ela, a seu serviço, e sujeita a seu comando e domínio, é notada com grande veemência, uma das mais cruéis punições que ele pode infligir a nós é sujeitar-nos à mesma negligência e indiferença comumente concedidas a uma `` esposa da Terra`` ; como nos esforçamos para agradar a ele, que isso não ocorra; mas isso raramente ocorre; melhor a misericórdia do chicote dos escravos; ele deve querer nos acompanhar, pois somos seus bens; ele deve querer conhecer nossos pensamentos, nosso paradeiro e todas as nossas ações.

Ele nos deseja; ele deseja por nós; e nós somos dele; e assim ele tem ciúmes de nós e é excessivamente possessivo de nós, seus bens apreciados, seu cobiçado prêmio, suas propriedades, seus escravos; e assim ele nos mantém em uma coleira curta".
(Testemunha de Gor, p.459-460)

Kajira Rubi,

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