Ser a posse dele é como caminhar nas sombra e para encontrar a luz; é fechar os olhos para enfim enxergar em mim, e deixar vir à tona a verdadeira natureza trancafiada.
É estar presa para então poder correr livre e plena. Ser tudo oque Ele queira, Simplesmente por que assim o quer, porque a Ele foi dado o poder de escolher e a mim a opção de acatar.
Por que pertencer a um Mestre, uma fêmea e escrava dele, implica em ser educada e moldada por ele. Ser lapidada e esculpida por ele. Ser apenas uma pedra bruta, mas a pedra bruta dele.
É como se novamente a mulher, estivesse sendo gerada, uma fêmea, uma obediente escrava de seu Mestre, que confia e espera por ele, seus comandos, seus cuidados e suas ordens.
Esta certeza muda toda a percepção de mundo da kajira, de sua experiência de viver e Ser enquanto mulher, por que o mundo dela agora é ele. Pertencer a ele e se enxergar através dos olhos dele.
E assim são feitas as escolhas e destas escolhas surgem a base da relação Mestre-Kajira. Ela escolhe ser dele todas as manhas e ele aceita sua entrega. E com isto descobrem juntos, cada um ocupando seu devido lugar, uma infinidade de coisas possíveis a este universo e que se descortinam no horizonte.
Cortina sempre erguida pelo Mestre mas mantida aberta pela escrava. Sombra e Luz, Amor e Aceitação. A cada novo passo, apenas uma certeza, ela é uma propriedade, total e inegavelmente.
Cortina sempre erguida pelo Mestre mas mantida aberta pela escrava. Sombra e Luz, Amor e Aceitação. A cada novo passo, apenas uma certeza, ela é uma propriedade, total e inegavelmente.


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