sexta-feira, 24 de abril de 2020

De Rez em Rez, a Paz


Sentir-se conturbada e aflita em alguns momentos é algo natural. Como notamos, existem entendimentos que, devido à inexperiência, tornam-se mais complexos e abstratos. 

Com o tempo tenho tentado me encontrar e afirmar, encontrando a mim mesma nos mesmos prazeres de sempre, afinal  como também já foi dito antes, o material é o mesmo. 

Um Pouco de silêncio, um minuto de paz e até de solidão são importantes quando se tem necessidade de ouvir sua voz interior e seus instintos mais puros e sinceros.

Somente nós, podemos responder a nós mesmos, abrir os olhos, apontar caminhos. Somente nossa consciência, a busca pela nossa chama matriz em nosso amago, pode fazer fluir a nossa energia, ampliá-la e fazê-la expandir-se de modo único.

Uma vez que isto é feito e a nossa própria energia começa  a recarregar nossas "baterias", podemos retornar ao nosso "canal vibracional". -Como se fossemos uma estação de rádio? -Sim.

A função disto é bem simples. É promover a conexão do micro ao macro, da parte com o todo e assim, na verdade ninguém está realmente sozinho. Existe um rico universo dentro de nós mesmos prontos a ser explorados e apreciados.

Mas, o interessante é que quanto mais esta consciência quântica ocorre mais atrativo o Ser se torna. A Luz não se extingue nas trevas, ao contrário,  são as trevas que se dissipam. 

A Luz do conhecimentos apaga as trevas da ignorância, isto já dizia algum socrático (risos). Então com base  nisto, esta menina entende que a máxima "Minha Consciência está tranquila"  é uma verdadeira falácia visto que uma consciência tranquila é uma consciência estagnada.

Vulcões, erupções, abalos sísmicos. A natureza usa e abusa do direito de se renovar por meio do caos.  Do ato de trazer para fora oque está guardado vem a renovação.  Seria algo como dar rez em um objeto do inventário para  ver oque  é .. As vezes é coisa boa mas em geral é lixo que foi guardado.(rs) 

Se uma mulher usa um anel no nariz, é difícil um homem não notar que  ela é uma  escrava, mas se ela esconde até de si mesma oque lhe vai à mente, apenas um Homem mais observador poderá notar e até mesmo antes dela.

Algumas mulheres evitam com toda veemência qualquer indicio de tendência ou vocação para o colar, seja adornos ou comportamento, isso certamente será evitado até que ...Seja algo latente de impossível de não ser notado.
E uma vez que é notado é preciso olhar de perto e saber oque fazer, então depois disto... Tudo um lindo, lento e doloroso processo. A escrava recém saída dos calabouços da mente, exige da mulher se expressar e ela deseja intensamente, apenas servir e viver a sua servidão.

"Também em nome do anel nasal, deve-se mencionar que entre os Povos dos Vagões, mesmo as mulheres livres os usam. Isso, no entanto, é incomum em Gor. O anel nasal, na maioria das vezes, é usado por um escravo. Esses anéis, aliás, os dos ouvidos e do nariz, não servem simplesmente para enfeitar a fêmea. Eles também têm um papel a desempenhar na excitação dela. 

O roçar dos lados do pescoço da menina pelo ornamento pendurado é, por si só, um estímulo delicado de uma área sensível do corpo, dos lados do pescoço sob as orelhas; esta área é bastante sensível a toques leves; se o brinco é de mais de uma peça, os pequenos sons produzidos por ele também podem ser estimulantes; consequentemente, a sensação e o movimento do brinco, e a carícia, e às vezes sã, persistente, sutil e sensual, funcionando tanto no nível consciente quanto no subliminar, podem frequentemente levar uma mulher a, e muitas vezes mantê-la indefinidamente, em um estado de prontidão sexual incipiente.

É fácil perceber por que as mulheres livres de Gor não as usam e por que geralmente são usadas apenas como escravas baixas. Observações semelhantes também se aplicam, é claro, ao anel do nariz, que toca levemente a área muito sensível do lábio superior de uma garota. O piercing no nariz também, é claro, deixa claro para a garota que ela é um animal doméstico. Muitos animais domésticos em Gor os usam".
O Tempo do Novo

Quando se está em um processo de reconstrução diária, cada dia, horas(Ahn), minutos(Ehn) e segundos(Ihn) são sentidos intensamente.

O tempo custa a passar e cada nuance de cor e sabor, é sentida profundamente. Ah, como custa! cada dor, cada lágrima e cada  sorriso. Tudo custa! e cada instante de felicidade é recebido com imensa alegria e sofreguidão.

E é por isso mesmo que estes momentos de alegria, a cada nova conquista é motivo também para comemorar. Relembrar quais os sentimentos,  ali  envolvidos e os caminhos trilhados.

Comemorar o fato, de que mesmo sendo moroso e amargo, chega a hora do Velho Tempo fazer as malas e partir e então  chega no lugar  dele,  o  tempo do Novo.

Quando o Novo chega, deve encontrar a casa  limpa e arrumada e a passagem do Velho, deve ser uma memória afetiva de profundo respeito pela ilustre visita, seu presente especial e a oportunidade de aprender.

O Novo vai avaliar,  de que forma lidamos com as provações  do Velho, e se estamos realmente preparadas para a visita dele. Caso a resposta seja negativa ele vira as costas e vai embora e o Velho volta para ensinar tudo de novo, até que enfim, aprendermos seus ensinamentos.

Caso seja positiva a avaliação dele, então ele entra e começa seu trabalho ali, naquele lugar e com aquela pessoa que o recebe..No caso eu, a escrava.

Então ele me pergunta; -Menina, oque você aprendeu?- Eu sorrio e olhando  no fundo dos olhos dele respondo: - Eu aprendi  que me amo e me respeito, sendo exatamente oque eu quero ser, aprendi a não me incomodar com o resultado disto, mas ao contrário, aproveitar nos mínimos detalhes. 

-Eu aprendi também - Continuo -  Que quando  eu persisto em realizar meus sonhos, eu honro a minha historia passada e vindoura. Aprendi que quanto mais eu me amar mais eu tenho a oferecer, a doar e a entregar.

Ouso erguer os olhos e sorrir para Ele - E quanto  mais eu entrego, mais eu tenho a entregar, porque ao me amar e buscar me entender, eu gero em mim mesma a capacidade de amar e entender ao  outro.

-Quando chego em uma casa, cada um reage de uma forma - Ele diz sem esclarecer muito - Fale mais...

-Quando se é feliz com oque se tem, nada mais importa e se consegue ser feliz. Ao me dar a chance de ser uma escrava treinada e moldada para agradar  aos desejos de meu Mestre eu sou muito feliz. 

-Sou feliz  por que neste  pouco tempo eu percebo, que ser kajira é simplesmente entregar e obedecer a qualquer coisa  que ele queira de mim, ele próprio vai dizer suas vontades e eu não preciso me consumir tentando adivinhar  nada.

-Não tente adivinhar Nunca!.

-Eu te agradeço Meu Mestre, pela paciência com esta  escrava e pela oportunidade que tem me dado. Por doar-se, premiando a esta kajira... O Velho e o Novo dando sempre a oportunidade para quem deseja acertar e aprender.

-Você Fala demais - Desfere um tapa no rabo deste animal e conclui - Cala a boca e Me traga Vinho Ka-la-na.

O vinho é servido.

-Agora Dance até eu dizer que pare e que venha aqui do meu lado, isto é claro, se sua dança me agradar...

-É claro - penso e corro para o tapete da submissão.

Longa e silenciosa é a noite.


Kajira Rubi,

Inspiração

Esta  escrava não consegue pensar em um título  mais  oportuno  quando ela se pergunta onde encontrar inspiração, quando nada a estimula e nem excita. 

Viver  dentro de uma rotina caustificante e monótoma pode instigar alguém?  Em que medida a  vida de  uma kajira deve ser um intenso mar de acontecimentos e descobertas?

Perguntas é oque não falta a esta escrava e respostas é oque menos tem.  Chega um momento que pareço olhar para uma grande muralha e nada enxergo a volta. 

Não sei como agir,  não sei oque pensar e nem mesmo  o que sentir. A única certeza que tenho a esta altura é que estou amando os cursos e aprender.

A Filosofia Goreana tem sido minha paixão e eu  sei que em algum momento esta Kajira estará  se sentindo segura e plena como  sabe  que acontece, mas não é  oque acontece agora.

Não ainda. Mantenho firme  o pensamento de que um dia tudo valerá a pena e se mostrará  forte, firme e verdadeiro, mas não ainda. 

Reconheço que  algo falte  à  esta  escrava, reconheço que algo precisa mudar e transformar mas não me julgo, não me condeno e nem me culpo. 

Desejo apenas seguir e dar a mim mesma, a  oportunidade que sempre neguei, então oque restaria a fazer? Continuar...Continuar a me encontrar em meio ao mar de rostos, sorrisos e formas. 

Me identificar entre as mil e uma formas de amar e ser feliz. Continuar buscando aprender e a crescer. Crescer primeiro como mulher para depois poder servir com segurança e primazia. 

Ter as  raízes  bem fixadas em solo fértil e bem adubado. Crescer linda e  frondosa podendo curvar sem quebrar. Enfrentar o vento forte sem ser derrubada. E Poder acolher, dar sombra e frutos doces e saborosos sem ser apedrejada.

Mas por enquanto sobram apenas incógnitas e  quando falta motivação... bom, então vamos seguindo  com oque se tem e esquecer o que não se tem. A vida é uma conquista diária e a inspiração deve ser encontrada nos mínimos detalhes.

Kajira Rubi,
Citação: Escrava Interior


"Você ainda não começou a aprender o que pode ser, para ser uma escrava", eu disse.

Ela olhou para mim, assustada.

Eu, então, agarrei o colar sobre sua garganta.

"Você sabe, em última instância," eu perguntei, "quem se provará ser o seu melhor treinador?"

"Não, Mestre", disse ela.

"Você, você mesma," eu disse, "a menina, ela mesma, ansiosa para agradar, criativa e inteligente, monitorando seus próprios comportamentos e sentimentos, esforçando-se amorosamente para melhora-los e aperfeiçoa-los. Você mesma vai ser em grande parte responsável por fazer de você mesma a soberba escrava em que você irá se tornar."

"Mestre?" Ela perguntou.

"O colar", eu disse, tocando-o, "é colocado por fora, mas o que ele circunda, a escrava, vem de dentro."

"Mestre?" Ela perguntou.

"A escravidão," eu disse a ela, "a verdadeira escravidão, vem de dentro, e você, minha adorável bichinha de cabelos vermelhos, garanto-vos, como foi evidenciado pelo seu comportamento e apresentação nesta noite, é uma verdadeira escrava. Não lute contra a sua escravidão. Permita que ela livre e espontaneamente, candidamente, doce e sem entraves, manifeste-se. É o que você é ".



quarta-feira, 22 de abril de 2020

Liberta Demais

Ser uma escrava no planeta  Gor é não ter nada, é não ser nada além de uma posse. Um animal sem direito algum, nem mesmo à um nome.  Um ser  treinado e criado  para  apenas existir e  dar prazer aos  homens.

A escravidão em Gor é uma instituição social e aceita em todo planeta e portanto a mulher, sendo uma posse, uma  sleen encoleirada, em essência e em VERDADE é, absolutamente  LIVRE, para seguir apenas seus instintos mais latentes.

À uma kajira  é  negado ter pudores, vergonhas e recato.  Um ser  treinado e moldado  para atender as exigências masculinas. A ela  não é dado o poder de escolha,  ela apenas obedece.

Enquanto a mulher Goreana,  a kajira,  a cada dia mais se  torna consciente de tudo  oque significa ser uma escrava, e ser sexual.  Oque é deixar-se consumir com o fogo  escravo ao ponto de rastejar implorando pelas atenções sexuais de um Mestre , por que sim,  este é o seu direito. Ela cresce e se aprimora, e a isto se dá o nome de Entrega.


A nós, escravas a úncia cobrança que cabe é pela excelência do servir e da entrega e nada mais.  Servir e agradar  aos  Mestres de modo pleno e satisfatório. Somos livres de julgamentos e acusações, pois  de nós escravas nada mais é esperado e  existimos para dar o mais puro e sincero prazer,  o qual um Mestre pode experimentar.

Em planeta Gor,  nada além disto é  tolerado, que a   kajira seja  fêmea inteira e  exclusivamente. É um imenso NADA  que  no fim é muito, é TUDO, pois  é o NADA-TUDO  de uma  homem  Goreano, Um Mestre. 

Se a escrava está feliz com sua entrega, feliz com  seu  treino e feliz por  finalmente se perceber a mais livre das  criaturas. Uma  fêmea,  uma besta que existe  com um único e primordial propósito,  de ser oque o  Mestre deseja. Um animal linda e LIVRE ela será também uma mulher em pleno sentido, naquilo que mais e verdadeiramente importa.

Kajira Rubi,
Citação: A Dança


"Eu, ociosamente, observei a dançarina. Seus olhos estavam em mim. Parecia que, em suas mãos, ela segurava frutos maduros para mim, larmas exuberantes, escolhidas frescas. Seus pulsos estavam próximos um do outro, como se confinados pelos elos do bracelete de escrava. Ela tocou a larma imaginária no seu corpo, acariciando-a sua ondulante beleza com ela, e, em seguida, os olhos piedosos, manteve suas mãos para frente, como se me implorando para aceitar a fruta exuberante. Homens na mesa bateram palmas na madeira, e olharam para mim. Outros bateram à esquerda de seus. Eu sorri. Em Gor, a escrava, desejando seu mestre, mas às vezes com medo de falar com ele, com medo ser golpeada, lança mão na ocasião de determinados mecanismos, cujo significado é geralmente bem definido e culturalmente bem compreendido. Mencionarei dois desses dispositivos. Há, em primeiro lugar, a nó da escravidão. A maioria das escravas Goreanas ter cabelos longos. O nó escravidão é um nó em laço simples amarrado no cabelo da menina e vestido ao lado de sua bochecha direita ou acima de seu ombro direito. A menina se aproxima do mestre nua e se ajoelha, o delicado nó da escravidão, ondulado, caído ao lado de sua bochecha direita ou sobre seu ombro direito. Outro mecanismo, comum em Port Kar, é a menina se ajoelhar diante do mestre e colocar ficar de cabeça baixa e levantar os braços, oferecendo-lhe fruta, geralmente uma larma, ou um pêssego Goreano amarelo, maduro e fresco".







Kajira Rubi,
Caminhada

O processo de formação e educação de uma kajira é árduo e demanda, não apenas tempo, como também esforço e dedicação.

Além de todo o processo de busca e reconstrução interna, ela também precisa entender-se e identificar-se na nova imagem e  Ser em que ela está, sendo transformada e moldada. 

Ainda que ela, a mulher, não seja mais oque era, livre, ela precisa encontrar em si, o desejo e motivação para continuar nesta busca de si mesma, a escrava e seu lugar no mundo.

Ainda que ela não se reconheça ao olhar-se  no espelho ela reconhece  o reflexo daquilo o qual ela pretende tornar-se, e compreende que o objetivo da viagem não é o destino final, mas aproveitar o caminho.

Caminho muitas vezes espinhoso e muitas outras vezes florido. Algumas vezes tortuoso e áspero e outra tantas não mais que uma bucólica alameda ou denso lamaçal. Tudo depende Dele e dos esforços dela em obedecer.

Tudo contribuindo para o processo de fortalecimento e treinamento da escrava. Esta menina tem se sentido desafiada a seguir seus instintos e finalmente ir ao encontro das metas  que ela sempre deixou para depois. 


Não há mais tempo a perder e o tempo de ser feliz é agora. O tempo de esperar e ser comedido acabou, por que ser escrava Goreana,  é Ser visceral e intensa e nada pode ser  guardado para depois.

Ser educada, pelo que está menina entende, não significa ser  marionete e concordar com tudo oque está sendo dito ou feito. Ser educada é respeitar o lugar que ocupa, primeiramente o Seu Mestre, honrando  o nome e a Casa Dele. 

Ser educada é obedecer, ainda que as ordens não façam  muito sentido para a escrava, mas por ser educada ela saberá obedecer e esperar o momento certo de se expressar quanto as suas dúvidas e questionamentos com cuidado, calma e humildade.

Ser uma  escrava educada, deve significar muitas coisas que ainda escapa a compreensão desta Kajira, mas uma coisa já sei,  uma  escrava que se permite educar aprende que para ela desempenhar bem seu papel, ela precisa antes respeitar a si própria e encontrar o orgulho de ser, não oque ela quer, mas oque é desejado dela.

Desta forma, por maior e dificultosa que possa ser a estrada, os pés da kajira, jamais devem se desviar de suas buscas e caminhada. Esta menina está muito orgulhosa dela mesma. E você?


Kajira Rubi,
Sutilezas

Dentro de uma relação verdadeira, pelo que  esta kajira tem notado, uma das coisas  de mais valor, são as pequenas sutilezas.

O ato  de confiar e entregar da escrava e o ato de aceitar e  acolher do Mestre, são apenas o inicio de tudo o que se pode construir, a solidez da base.

Pequenos gestos ou até a ausência deles, podem ser indícios destas sutilezas. Um tempo dispensado, um sorriso,  um afago e até mesmo o silêncio do Mestre, quando ele até desejaria falar, mas precisa educar a  escrava.

Educar um outro ser, que já tem uma história de vida e uma  forma de a compreender, não  é tarefa simples, assim como não é simples, receber  esta educação.



Hoje, esta escrava percebe o quanto é complexo e sutil o processo que demanda a construção de uma relação Mestre-kajira, e entendo também o por que ela é uma  obra que demanda tempo e calma. 

A pressa neste caso, apenas resultaria  na perda de todo o trabalho  e até mesmo na perda da peça, a escrava, que correria o risco de se quebrar. 

Momentos de escuta e relaxamento, se fazem  importantes para o conhecimento e reconhecimento mútuo.  Esta kajira acredita  ainda, que este conhecimento torna-se fundamentalmente indispensável para que seja alcançado uma relação de sucesso e duradora.

Conforme o tempo  passa, aumenta o conhecimento que esta  escrava tem de si, anseios, desejos e expectativas as quais ela sabe que precisará lutar e trabalhar em suas próprias falhas para  conseguir. 



Um tempo  bom ao lado do Seu Meste é tudo oque esta menina espera. Lutar e batalhar todos os dias, tendo a certeza de ter um lugar aos pés dele, ou quem sabe em seus braços, porém o mais importante, sentir-se confortável fazendo exatamente isto.

Kajira Rubi,
Liberdade Escrava


Tal!

Estudos, leitura, escrita. Muita coisa povoa a mente desta escrava e tudo parecendo uma densa névoa. Uma nuvem ainda escura por onde raios solares não atravessam e nem a chuva deságua.

Penso sobre o de sempre, oque era, oque é e oque virá ser. Tudo muito vago e um tanto quanto complexo. Ser escrava pelo que noto, em alguns casos, é literalmente andar vendada e acorrentada além de amordaçada. a menos é claro que seja permitido estes privilégios à ela.

Um mulher livre as  vezes negocia sua escravidão, pois sabe que depois que ela for Marcada e Encoleirada, ela não terá mais direito a nada, nem ao menos voz e nem vez,  a menos é claro que seja permitido estes privilégios à ela.


Como os Livres, Homens e Mulheres em Gor são honrados, obviamente, estes acordos tendem a serem cumpridos, pelo menos em parte (risos), pelo menos no que cerne à aspectos legais.

Uma vez se tornando posse, a escrava passa a dedicar um tempo maior à treinamentos, estudos sobre os diversos aspectos de Gor, a saber; Server de Dança, Taberna, Banho Goreano, adequação à variação de ambiente, comportamento, postura e muito mais..

Em tudo, o foco é o prazer e a satisfação do Mestre da escrava. Dar a Ele orgulho pela posse Dele, realizar as vontade dele.  

Nisto se traduz o orgulho da Escrava, saber-se algo inútil, adoravelmente inútil, mas delicioso de se ter e preservada como um objeto precioso, único e raro, que apenas ele é o Dono e nenhum outro.

Segue Citação:

. . . não é incomum para mestres se orgulharem com a profundidade em que eles conhecem as suas escravas; essa profundidade é muito maior na minha opinião da qual o marido mediano da Terra conhece a sua esposa; a escrava não é simplesmente alguém com quem o homem vive; ela é muito especial para ele; ela é um bem valioso; ele a possui; ele quer conhecer, profundamente intensamente, o contexto, a história, a mente, a inteligências, os apetites, a natureza e o temperamento do seu adorável artigo de propriedade.
. . . Por exemplo, é comum para um mestre forçar sua garota a falar extensão e em detalhe para ele das faces secretas da natureza dela, explicando e elaborando as suas fantasias; se ela é alfabetizada, ela pode ser forçada, nua, encoleirada, sobre os joelhos à frente de uma pequena mesa, algumas vezes com os seus tornozelos algemados, a escrever tudo isso; isso fornece ao mestre, é claro, um abundante material que pode ser usado por ele para faze-la mais e mais indefesamente dele; esses intelectuais, emocionais exercícios, realizados pela garota sob uma condição de escravidão, particularmente se aliado a um forçado regime de exercício, posições sob a vigilância do homem e coisas assim, pode muito sensibiliza-la para o colar; eles acordam o corpo dela e, de igual importância para o Goreano, embora não para o Terráqueo, que vê sexo com a percepção de um hipopótamo, como um assunto de fricção de corpos, a fantástica imaginação e mente dela; ela se torna curiosa, em breve, sobre as profundas implicações do que ela é, um simples artigo da propriedade de seu mestre; então, com autoridade, com segurança e poder, para profundidade e máximo de sua mente e imaginação, ela é ensinada; a escrava experimenta um paradoxo de liberdade; a mulher livre é fisicamente livre, mas miserável, lutando para ser o que não é; a escrava, fisicamente em servidão, mesmo no colar, algumas vezes em correntes, não tem dos homens a oportunidade de não ser totalmente e exatamente o que ela é, escrava; tais mulheres, escravas, interessantemente, são quase sempre alegres e cheias de vida; elas são, paradoxalmente, nos seus sentimentos e emoções, liberadas; elas não são pressionadas, nem psicologicamente restritas; por que isso aconteceria, eu não sei; ver tais mulheres, suas cabeças altas, seus olhos brilhantes, seus corpos, seus movimento, belos, como nenhuma mulher da Terra ousaria ser, é muito agradável . . .

Tribos de Gor – Livro 10 – Página 42



O Sleen e o Tabuk

O aspecto mais interessante sobre Gor é a intensa e vibrante forma de Ser-Existir. Desde o menor até o maior, tudo tem seu lugar natural e bem colocado. Nada é ao ermo e por acaso. 

Ao que é dado matar, mata com mestria e ao que é dado morrer, morre com dignidade. É o direito de viver em um planeta chamado Gor, é a dor e o prazer.  É o preço que cada individuo ou ser vivente paga pelo Dom valoroso de ser Goreano. 

Dentro da ordem natural existente neste mundo, nada é por acaso, ainda que se possa existir exclusões  ou vontades, ainda assim impera  a ordem, pois sem a ordem, Gor, a exemplo do que existe na terra,  viraria a balbúrdia.  Um sleen segue sua natureza e o tabuk também,  mesmo que cada um cumpra papeis diferentes. 

Em  Gor, tudo é simbólico, nada é vão e tudo tem seu valor por pura e simplesmente fazer parte da ordem natural.  Um caçador respeita sua caça e  a honra, pois entende que sem o mais fraco ele, sendo o mais forte e habilidoso, morreria de fome. 

Esta escrava se maravilha cada vez mais ao se debruçar e refletir sobre  a filosofia Goreana, pois nela está a resposta para todo e qualquer conflito  ético, moral ou religioso que se possa ter.  A Filosofia não pode ser explicada e nem ensinada, pois trata-se de um sentir e se conectar em nível profundo com tudo o que perpassa por este universo, desde o mais minusculo ou inútil fragmento, até de um  todo perfeito  e ornado do mais rico esplendor. 

É, saber exaltar a beleza da fera, altiva e letal com suas  garras e dentes capazes de dilacerar um corpo a um só golpe e é também notar como é linda a corrida desenfreada do tabuk pelas pradarias ensolaradas em busca de refúgio. 

Corre inutilmente sabendo bem o seu destino, corre até seu coração quase explodir no peito e as pernas dobrarem fracas e tremulas, e é nesta hora,  a derradeira hora de sua morte, que é a hora do apogeu de sua existência, é a hora em que tabuk e sleen cumprem, o maior e mais glorioso papel a eles determinados, dentro de um ciclo maior, poderoso, vital e evolutivo chamado Vida Plena, eles são, nesta hora protagonistas importantes e iguais, ainda que um saia vivo e mais forte e o  outro esteja morto.


O Sleen

"Era um animal verdadeiramente corajoso e nobre. Acho que aqueles que desprezam o sleen, não o conhecem. Kurii respeita o sleen, e isso diz muito para o sleen, por sua coragem, sua ferocidade e tenacidade indomável".(Feras de Gor, pág.13)

"Tarl Cabot uma vez se referiu a um sleen como um "Irmão Negro da Noite". É um animal exclusivo de Gor, embora, em parte, preencha de várias maneiras um nicho funcional semelhante ao cão domesticado. No entanto, de outras maneiras, é mais semelhante ao lobo selvagem, especialmente algumas das variedades maiores e mais pré-históricas. E pelo menos um tipo de sleen preenche o nicho do gato domesticado. Sleen existe em quase todas as partes de Gor, espécies se adaptando aos vários ambientes. O sleen também é um dos animais mais mortais de Gor. E mesmo a domesticação não atenua sua letalidade.[...]

[...] Sleen também não é facilmente morto, e às vezes pode levar até dez lanças para matar uma, especialmente as variedades maiores. Até Kur respeita o poder do sleen. Alguns Kurii são capazes de matar um sleen com as mãos nuas e há até um exemplo de um Kur matando três sleen com as mãos".

"No que diz respeito a sleen, sempre há perigo."  --- (Testemunha de Gor, pág.598)

Ver Artigo Completo 


O Tabuk

"Existem várias variedades deste antílope amarelo com chifres. O tipo comum freqüenta matagais Ka-la-na. É pequeno, gracioso e come frutas e sal. Os jovens tabuk raramente deixam os matagais. O couro deles é amarelo e marrom manchado. O tabuk do norte é maciço, amarelado e rápido. Muitos ficam dez mãos no ombro. Os pêlos tabuk do norte são ocos e conferem ao seu pêlo uma excelente qualidade isolante. Ambos os tipos têm um único chifre de marfim, uma arma mortal. É um metro ou mais de comprimento e duas polegadas e meia na base. O rebanho de Tancred é um rebanho gigantesco de tabuk do norte, um dos vários. Este rebanho invernos nas bordas das florestas do norte, sul e leste de Torvaldsland. Na primavera, de cabelos curtos e famintos, eles migram para o norte, seguindo a costa de Thassa até chegar à tundra da bacia polar para o verão pastando. Quando o inverno chega, de cabelos compridos e gordos, eles retornam para o sul. O tabuk da pradaria reside nos Barrens. Eles são amarelados, com um chifre e viajam em rebanhos. Algumas variedades se deitam ao sentir o perigo. Eles podem atingir velocidades a curto prazo de oitenta a noventa pasangs por Ahn. Seus saltos evasivos podem cobrir de trinta a quarenta pés de comprimento e alturas de dez a quinze pés. Existem vinte variedades de tabuk nas florestas tropicais".

Ver Mais  Aqui.


Kajira Rubi,
Submissão


"Espera-se que um escravo seja bonito. Ela deve valer a pena possuir. Que reconfortante, aliás, que alguém aqui é reconhecido como sendo de interesse e importância suficiente para ser visto, realmente visto. Aqui é considerado digno de atenção, literalmente, e é realmente concedido a ele. No meu mundo antigo, todos, ao que parece, são considerados infinitamente importantes, mas ninguém presta muita atenção a mais ninguém. Quão trágico, pensei, que tão poucas mulheres da Terra sejam realmente vistas. Não é que eles sejam invisíveis. Só que ninguém lhes presta atenção. '' (Testemunha de Gor, p.387)


Quando uma mulher é realmente alvo do interesse de um homem forte e sendo vista, avaliada e estudada por ele como única que ela é. Quando ela sente o desejo no olhar e na voz dele, sobre ela e para ela. 

Sendo estimulada e instigada por Ele, a ser exatamente aquilo que ela nasceu para ser, e em seu intimo deseja, indo às raias da loucura e desespero inconfessáveis, ou seja, uma fêmea, puramente instinto e degradada.

Neste exato momento ambos compreendem que nada mais existe que ela possa fazer, além de submeter-se a Ele.  Sua escrava, sua posse, sua menina. Despojada e premiada ao tornar-se Dele.



Kajira Rubi,
Ka-la-na



" O que você é? Eu sou uma escrava.

O que é uma escrava? Uma garota que pertence.

Por que você usa uma marca? Para mostrar que sou de propriedade.

Por que você usa uma coleira? Para que os homens saibam quem é o meu dono.

O que uma escrava quer mais do que qualquer coisa? Para agradar os homens.

O que você é? Eu sou uma escrava.

O que você quer mais do que qualquer coisa? Para agradar os homens. "  (Aqui)


Uma verdade impactante para uma escrava é; "Nunca suponha que saiba o que um Mestre deseja e sempre pergunte antes. Gor trata e retrata o  modo de vida de pessoas Livres, é tudo sobre elas e para elas e nada sobre escravos". 

Comece então, a perceber como é fácil tentar "adivinhar" coisas. Supostamente seria até mesmo coerente que alguém  que tomasse vinho hoje, repetisse a dose amanhã. Mas é preciso lembrar que Ele apenas irá  tomar se quiser e não o impedirá de tomar outra bebida qualquer de seu agrado ou mesmo  não tomar, absolutamente nada. 

Perceber isto, ajuda a Kajira a entender também o seu lugar de escrava aos pés do Seu Mestre e desejosa que Ele se embriague do vinho dela.  É desejo da escrava ser ela a aplacar a sede  do Mestre, então logo,  se põe em Nadu e implora, implora  e implora. 


Sabendo que, ainda que o Mestre possa tomar o vinho  ele ainda vai  tomar outras bebidas depois.. Sabendo que além do  Vinho da ka-la-na existe Ale, paga, sul-paga, hidromel, kal-da....Uma infinidade de bebidas saborosas em sua adega. Todas diferentes em texturas mas idênticas em gostosura. Agradar não é simples, nada em Gor é simples, apesar de  também não ser complicado.

Agradar ao Mestre é tudo oque a kajira mais deseja, em toda a plenitude de seu ser cativo, e ela aprende a não preocupar-se com mais nada além Dele. Então, note  que  o importante  é sempre  garantir que o vinho esteja servido à tempo e à contento, bem disposto em uma bela bandeja bem decorada, em temperatura agradável e além do vinho, tudo o mais que ele deseje.

Tudo bem organizado e preparado pensando Nele em agradar a Ele,  e assim esperar, torcer , ou  como foi dito antes, implorar para que o Mestre tome tudo oque lhe é oferecido e obtenha o prazer desejado por Ele, sem deixar  sobrar  nem uma   gota na taça.

Kajira Rubi,
(De)Cantar

Interessante pensar em como a leitura e a escrita se fazem importantes dentro do processo individual de aprendizagem e auto-conhecimento. A escrava, quando instruída pode cultivar este hábito por exigência de seu Mestre. Suas reflexões e Ser, expostos em palavras podem servir ao Mestre para assim melhor "desnudar" a sua posse. 

A vida, que é formada por ciclos e  por este motivo, propicia o momento certo para todas as coisas e situações. As vezes é a hora de fluir, deixar jorrar, tal qual uma fonte de águas recém descoberta, em seguida vem o momento de deixar encher o lago e depois, finalmente é chega a hora de decantar.

Decantar nada mais é que fazer a separação daquilo que é  água, das coisas  que vem junto com esta água. Oque é aproveitável e  oque deve ser descartado, pois ao aceitar-se escrava, uma  posse, percebe-se também o que não apenas DEVE ser , mas NECESSITA ser o reflexo da vontade DELE.

"Os mitos dizem que somente a mulher que foi escrava absoluta pode ser verdadeiramente livre " ( Nomads of Gor , p.289 )

A beleza, O intelecto, A  postura mediante aos acontecimentos, O silencio ou a voz,  a educação, a forma  chega  ou sai de lugares.  O corpo, O desejo, o empenho em se tornar cada vez mais primorosa mesmo sabendo que é  algo inútil. Tudo pertence a Ele e somente à Ele. 

Entender oque era ser uma Mulher em Gor, socialmente constituída, aceita e respeitada, e também compreender as minucias que difere Ser Mulher, enquanto ser social, cultural e politico  e Ser simplesmente a fêmea de um Macho. Ser escrava em Gor vai além do ser Mulher até por que este direito,de ser umas mulher social, lhe é tirado quando ela veste um colar escravo. 

Ser  escrava em Gor é ser despida metafórica, simbólica e concretamente de tudo oque possa estar, como barreira entre uma fêmea e o Macho  que a possui.  E quando a escrava, agora uma fêmea,  toma o lugar da mulher  citada aqui, assim , ela entende que não existe mais volta para ela e o único lugar  em que ela  deseja estar é  deixando-se  (De)cantar aos pés daquele  que a possui e saborear a sua doce derrota.

" Uma mulher só pode respeitar um homem que pode reduzi-la à derrota total ". ( Nômades de Gor , p.298 )

Kajira Rubi,

Completude Mestre-Kajira


Tal!

Abaixo uma citação que dispensa muita reflexão sobre o sentido de completude que existe na relação entre um Mestre e sua posse, a Kajira. Fato inegável, que ainda que o Mestre não precise da escrava ele, ainda assim, aprecia e deseja tê-la á seus pés, um lugar e em um estado e e em uma condição, que a Kajira, anseia e deseja fervorosamente.

Se meio termo para Ele não é desejado, para ela meio termo não é esperado, assim, como não é esperado os termos mornos e ponderados ou mesmo mascarados, como os que são encontrados nos relacionamentos de homens e mulheres comuns da terra.

Um Mestre Goreano, exige que a sua escrava lhe entregue tudo oque tenha para entregar e ela em seu âmago ardente de escrava, deseja com a força de sua submissão que o tudo que ela tenha a dar, entregar, seja totalmente aproveitado e dela nada desperdiçado. É um sentimento de glória e total abandono de si em prol da alegria e prazer de outro, seu Mestre.

Saber lidar com estas frustrações é sair do centro de sua própria atenção, abnegar-se e entender que ainda que ele possa ter todos estes sentimentos em relação a você, sua escrava, ele ainda é o Mestre, o detentor da única palavra e comando. A ele cabe decidir como, onde e quando.

Mesmo que a Kajira ofereça, a ele cabe o poder de aceitar ou não aceitar. Então, como encontrar o equilíbrio dentro de uma equação tão singular e primitiva e ao mesmo tempo tão ampla, densa e das mais sofisticadas?

Como encontrar satisfação quando nada sair como gostaria ou imaginava, que pudesse ser. Calma, quando quer pressa, e caminhar, quando deseja voar bem alto. A escrava ainda não tem todas as respostas mas humildemente acredita que está a cada novo dia mais perto. Busca servir em totalidade como apenas uma escrava inteira pode fazer, é servir aos desejos do seu Mestre e não aos que possa almejar para si.

Tudo quanto um Mestre possa permitir a sua escrava, deve ser considerado o mais precioso prêmio, o qual ele pode ou não conceder a ela. Saber apreciar os pequeninos prêmios e talvez colecioná-los com amor, apreço e cuidado, possa ser uma opção válida e reveladora para ela.




"Acho que nós, mulheres, embora não imunes à beleza masculina, somos menos seriamente influenciadas por ela do que homens, os brutos, pela beleza feminina. De fato, um rosto bonito masculino pode ser aversivo para nós. A masculinidade que nos atrai e pode nos dominar é de inteligência, poder e virilidade, de robustez e poder. Estamos procurando, por assim dizer, nosso mestre de harém, embora esperássemos ser o único escravo no harém.

Queremos um homem a cujos pés achamos apropriado ajoelhar-nos, como mulher e escravos. Não queremos um igual, isso não é suficiente para nós, queremos mais do que isso, queremos um mestre. Queremos que ele seja forte, ambicioso, agressivo, possessivo, ciumento, lascivo, perigoso, dominante. Queremos que ele nos proteja, nos proteja e nos possua, com ferocidade masculina, nos ver como suas propriedades legítimas. Queremos nos sentir como se não fossemos nada diante de sua ira e poder. Queremos sentir que é a coisa mais importante do mundo para nós agradá-lo.

Queremos que ele tenha ciúmes de nós, e que somos ferozmente possessivos, queremos ser importantes para ele; nós não queremos ser ignorados ou negligenciados; nós não queremos ser tomados como garantidos, ou apenas estar lá, talvez quase despercebidos, como muitas esposas da Terra, o escravo, asseguro, recebe muita atenção, talvez mais do que às vezes cuida, ela, a seu serviço, e sujeita a seu comando e domínio, é notada com grande veemência, uma das mais cruéis punições que ele pode infligir a nós é sujeitar-nos à mesma negligência e indiferença comumente concedidas a uma `` esposa da Terra`` ; como nos esforçamos para agradar a ele, que isso não ocorra; mas isso raramente ocorre; melhor a misericórdia do chicote dos escravos; ele deve querer nos acompanhar, pois somos seus bens; ele deve querer conhecer nossos pensamentos, nosso paradeiro e todas as nossas ações.

Ele nos deseja; ele deseja por nós; e nós somos dele; e assim ele tem ciúmes de nós e é excessivamente possessivo de nós, seus bens apreciados, seu cobiçado prêmio, suas propriedades, seus escravos; e assim ele nos mantém em uma coleira curta".
(Testemunha de Gor, p.459-460)

Kajira Rubi,